domingo, 11 de outubro de 2009

Expediente

O jornal Boa Nova é produzido por jovens integrantes do MEJ e jovens colaboradores de outras pastorais. A equipe que participou desta edição: Rafael Bernardo, Èrika Souza, Patricia Fernandes, Leonie Gouveia, Fabiano Cesar e Rochester. Se você quer contribuir, fazer um comentário, dar sugestões para o jornal, entre em contato com a gente atraves destes endereços:

http://canalmej.blogspot.com/

http://twitter.com/_CANALMEJ

http://www.myspace.com/canalmej

canalmej.pilares@gmail.com

Colabore com o Boa Nova

O Jornal Boa Nova quer a sua participação na escolha das nossas pautas, pois este jornal foi feito para que voce que pertence á Comunidade de São Benedito de Pilares.
Aproveitamento para lembrar da sua missão, você pode contibuir e muito para que a cada mês o Boa Nova fique melhor, por isso, nós da equipe, lançamos a primeira enquete " VAMOS ANUNCIAR! "
Você já pode ir pensando em um dos temas para a edição do mês de DEZEMBRO. Veja as opções:

(1) Santidade
(2) Seitas e Religiões
(3) Aborto - um crime contra a vida
(4)Drogas
(5) Gravidez na Adolescência

Fale com a gente ao final das missas das 11 horas, vamos nos apresentar nos avisos paroquias.

email para contato:
canalmej.pilares@gmail.com

Um Só Coração e Uma Só Alma !

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Dia da Exaltação da Santa Cruz.

Nos reunimos com todos os Santos, neste dia, para exaltar a Santa Cruz, que é fonte de santidade e símbolo revelador da vitória de Jesus sobre o pecado, morte e demônio; também na Cruz encontramos o maior sinal do amor de Deus, por isso :
"Nós, porém, pregamos um Messias crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os pagãos " (I Cor 1,23)

Esta festividade está ligada à dedicação de duas importantes basílicas construídas em Jerusalém por ordem de Constantino, filho de Santa Helena. Uma, construída sobre o Monte do Gólgota e outra, no lugar em que Cristo Jesus foi sepultado e ressuscitado pelo poder de Deus.

A dedicação destas duas basílicas remonta ao ano 335, quando a Santa Cruz foi exaltada ou apresentada aos fiéis. Encontrada por Santa Helena, foi roubada pelos Persas e resgatada pelo imperador Heráclio. Graças a Deus a Cruz está guardada na tradição e no coração de cada verdadeiro Cristão, por isso neste dia, a Igreja nos convida a rezarmos :
" Do Rei avança o estandarte, fulge o mistério da Cruz, onde por nós suspenso o autor da vida, Jesus. Do lado morto de Cristo, ao golpe que lhe vibravam, para lavar meu pecado o sangue e a água jorravam. Árvore esplêndida bela de rubra púrpura ornada dos santos membros tocar digna só tu foste achada".


Santa Cruz...sede a nossa salvação!

Materia tirada de:

http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/santo/index.php?&dia=14&mes=9&ano=2009

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Como eu sei quando é amor?

Nunca se pode avaliar uma relação pela intensidade dos sentimentos, porque eles vão e vêm, sobem e baixam.

Sentir-se apaixonado é emocionante, mas nunca se deve confundir a emoção com o amor. Por exemplo, um rapaz pode ter sentimentos verdadeiros por uma garota, mas isso não garante que ele a ame. A verdadeira medida do amor é fazer o bem à pessoa amada. Claro, isso não é fácil. Por isso o amor verdadeiro é algo escasso, e isso o faz mais belo e valioso.

O contrário de amar é usar. Por exemplo, os rapazes frequentemente usam as garotas para sua satisfação física, e as garotas usam os rapazes para sua satisfação social ou emocional. Mas nunca estão satisfeitos. Tenho falado com milhares de alunas de colégio e de universidade e nunca encontrei uma garota sequer quer quisesse ter uma série de relações físicas. Mas encontrei, sim, um número incontável de mulheres que buscam o amor fazendo isso. Talvez estejam confundindo a atração física com o amor, ou buscam confirmar seu próprio valor, coisa que seus pais nunca lhes demonstraram. De qualquer maneira, essas garotas não encontraram o que buscavam.

Da mesma maneira, encontrei-me com “sedutores” que dizem que desejam saber como é amar a uma mulher em vez de usá-la ou de fazer-lhe mal. Não era sua intenção ferir as garotas, mas ninguém lhes ensinou como tratar as mulheres com reverência. Insatisfeitos com uma vida de “ficas” e sexo casual, no longo prazo se deram conta de que o conquistar uma mulher sexualmente era perder a razão pela qual são homens. Unicamente na entrega de si mesmos em um amor autêntico podiam se encontrar.

Se você vive uma vida sexual ativa e está tratando de descobrir se realmente é amor, faça a prova do amor. Retire a parte sexual de sua relação e viva a virtude da castidade. Quando passa a paixão sexual, se pode ver se havia amor desde o princípio, se lhe amam como pessoa. Não tenha medo de fazer isso, porque somente quando o amor é colocado à prova é que se pode ver seu verdadeiro valor. (1)
Por Jason Evert

(1)Karol Wojtila, Amor e Responsabilidade (San Francisco, Ignatius Press, 1993), p. 134.

Trecho do livro “Amor Puro”, de Jason Evert. San Diego: Catholic Answers, 2007

Desejo ou Prazer?

Tornar-se pessoa é estabelecer o equilíbrio entre dois pilares: disposição de si e disponibilidade para o outro. Uma pessoa estabelecida nesta harmoniosa construção tem mais facilidade de lidar com sua vida afetiva, com seus conflitos e com suas conquistas.

Sempre que falamos da vida afetiva, de alguma forma, esbarramos em dois conceitos fundamentais: desejo e prazer. Esses dois conceitos fazem parte da vida humana e, o tempo todo, estão perpassando nossas condutas, escolhas e atitudes. Somos movidos pelos desejos e pelo prazeres.

Fundamentado como pessoa, torna-se mais fácil viver a dinâmica do prazer sem dele tornar-se escravo e, ao mesmo tempo, saber descobrir o desejo com elemento vital que traz duração às relações humanas estabelecidas.

Esta reflexão é importante uma vez que um dos grandes limites encontrados nas pessoas é a busca desenfreada do prazer, seguido pelo desconhecimento da força que há no desejo.

Quanto maior a fragilidade de uma pessoa, maior é a facilidade que ela terá de entregar-se ao mundo do prazer, que naturalmente nega qualquer forma de sacrifício. Incapacitada de viver os limites próprios de qualquer processo de escolha e os sofrimentos que dele provêm, a pessoa passa a interpretar a vida de maneira ingênua e simplista. Já na expectativa do desejo, a vida é mais real. Há sempre o espaço para o sacrifício, a luta, o desafio.

Por isso, faremos agora uma distinção que é de suma importância neste momento de nossa reflexão: desejo e prazer.

Há uma diferença fundamental a ser observada. Desejo não é o mesmo que prazer. Quando não diferenciamos essas duas realidades, incorremos no erro de estabelecer relações objetais, isto é, tratar o outro como um objeto do nosso prazer. A busca pelo prazer pode nos cegar para a dignidade do outro e conseqüentemente acorrentá-lo nos cativeiros de nosso egoismo.

Quando vivemos na esfera do desejo, isso se torna muito diferente, pois o desejo é bem mais profundo que o prazer. O desejo parece atuar em nossas motivações mais consistentes, e, assim naturalmente tendemos a descobrir sacrifícios e as limitações como processo natural para o crescimento que necessitamos.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Anel de compromisso.

Anel de compromisso.

Por que a aliança é usada no 4º dedo???

Uma lenda chinesa conseguiu explicar de uma maneira bonita e muito convincente:

Os polegares representam os pais.
Os indicadores representam teus irmãos e amigos.
O dedo médio representa a vc mesmo.
O dedo anelar (quarto dedo) representa o seu cônjuge.
O dedo mindinho representa seus filhos.
Agora junta suas mãos palma com palma, depois, une os dedos médios de forma que fiquem apontando a vc mesmo, como na imagem….





Agora tenta separar de forma paralela seus polegares (representam seus pais) você vai notar que eles se separam porque seus pais não estão destinados a viver com vc ate o dia da sua morte, una os dedos novamente.

Agora tenta separar igualmente os dedos indicadores (representam seus irmãos e amigos), você vai notar que também se separam porque eles se vão, e tem destinos diferentes como se casar e ter filhos.

Tente agora separar da mesma forma os dedos mindinhos (representam seus filhos) estes também se abrem porque seus filhos crescem e quando já não precisam mais de nos se vão, una os dedos novamente.

Finalmente, tente separar seus dedos anelares (o quarto dedo que representa seu cônjuge) e você vai se surpreender ao ver que simplesmente não consegue separá-los. Isto se deve ao fato de que um casal está destinado a estar unido até o último dia da sua vida e é por isso que o anel se usa neste dedo.

Quem espera sempre alcança…

” A esperança, com efeito, é para nós como uma âncora, segura e firme.”

(Hb 6,19)

Em tantas maneiras eu poderia iniciar esta partilha, mas a melhor para começar é pela Palavra de Deus, esta que me impulsiona e me leva a viver a expectativa da vinda de Jesus. Mas trazemos muitos anseios em nosso coração, e com certeza nesta semana muitos devem estar pensando… “Meu Deus, porque eu ainda não estou namorando?????????”

Poderia colocar aqui muitas questões, mas deixo você com a tua…afinal, precisamos algumas vezes entrar em nós mesmos e vasculhar para achar aquela perguntinha e buscar a resposta…agora eu solto aquela gargalhada..sabe por que???? Porque algumas respostas eu não achei ainda!!!!!! Mas isso faz parte de viver pela fé…acreditar naquilo que não se vê, mas ter a certeza de que está nas melhores mãos…nas de Deus!

Escrevendo para esta semana, me recordo de alguns anos atrás que eu fazia a novena das Rosas de Santa Teresinha para que eu pudesse arranjar um namorado, e eu falava para ela todos os detalhes, do jeitinho que eu queria, rsrs…ai Jesus, eu sempre ousada!!! Hoje vivo uma realidade dentro da Comunidade que é o ano do Senhor, que não resumo em ser um ano que não posso namorar, mas o ano que me descubro no Carisma…não vou me estender nestes detalhes…mas vamos falar na grande questão: “Esperar no Senhor!”.

Você é Feliz


Você é feliz?

A felicidade exige de nós comportamentos que não são compatíveis com a facilidade. Não nos tornamos felizes carregando uma vara de condão que transforma tudo em felicidade. É preciso subir montanhas, insistir em esforços prolongados; acreditar, até ao heroísmo. Por vezes, reunimos todas as forças e não sabemos se aguentamos até ao fim do dia.
Mas temos a certeza de um pôr do sol!
A felicidade é um processo que exige escolhas.
Sendo assim escolhemos por fazer um programa todo especial na cidade do SoL – Natal/RN.
Não perca dia 21/06 um programa falando sobre felicidade.
O que é ser feliz.
E pra você o que é felicidade?
Deixe aqui sua opinião sobre o que é felicidade.
Tamu junto

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Passeio do Mej Dia 01/02/2009

O Passeio para o sítio será dia 01/02/2009. O valor será R$ 20, pra cada pessoa. Pagar preferencialmente até domingo (25/01) ou então até o dia 28/01.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Maria, Mãe de Deus


Theotokos - título criado pelos cristãos

A contemplação do mistério do nascimento do Salvador tem levado o povo cristão não só a dirigir-se à Virgem Santa como à Mãe de Jesus, mas também a reconhecê-la como Mãe de Deus. Essa verdade foi aprofundada e compreendida como pertencente ao patrimônio da fé da Igreja, já desde os primeiros séculos da era cristã, até ser solenemente proclamada pelo Concílio de Éfeso no ano 431.
Na primeira comunidade cristã, enquanto cresce entre os discípulos a consciência de que Jesus é o filho de Deus, resulta bem mais claro que Maria é a Theotokos, a Mãe de Deus. Trata-se de um título que não aparece explicitamente nos textos evangélicos, embora eles recordem “a Mãe de Jesus” e afirmem que ele é Deus (Jô. 20,28; cf. 05,18; 10,30.33). Em todo o caso, Maria é apresentada como Mãe do Emanuel, que significa Deus conosco (cf. mt. 01,22-23).
Já no século III, como se deduz de um antigo testemunho escrito, os cristãos do Egito dirigiam-se a Maria com esta oração: “Sob a vossa proteção procuramos refúgio, santa Mãe de Deus: não desprezeis as súplicas de nós, que estamos na prova, e livrai-nos de todo perigo, ó Virgem gloriosa e bendita” (Da Liturgia das Horas). Neste antigo testemunho a expressão Theotokos, “Mãe de Deus”, aparece pela primeira vez de forma explícita.
Na mitologia pagã, acontecia com freqüência que alguma deusa fosse apresentada como Mãe de um deus. Zeus, por exemplo, deus supremo, tinha por Mãe a deusa Reia. Esse contexto facilitou talvez, entre os cristãos, o uso do título “Theotokos”, “Mãe de Deus”, para a Mãe de Jesus. Contudo, é preciso notar que este título não existia, mas foi criado pelos cristãos, para exprimir uma fé que não tinha nada a ver com a mitologia pagã, a fé na concepção virginal, no seio de Maria, d’Aquele que desde sempre era o Verbo Eterno de Deus.
No século IV, o termo Theotokos é já de uso freqüente no Oriente e no Ocidente. A piedade e a teologia fazem referência, de modo cada vez mais freqüente, a esse termo, já entrado no patrimônio de fé da Igreja.
Compreende-se, por isso, o grande movimento de protesto, que se manifestou no século V, quando Nestório pôs em dúvida a legitimidade do título “Mãe de Deus”. Ele de fato, propenso a considerar Maria somente como Mãe do homem Jesus, afirmava que só era doutrinalmente correta a expressão “Mãe de Cristo”. Nestório era induzido a este erro pela sua dificuldade de admitir a unidade da pessoa de Cristo, e pela interpretação errônea da distinção entre as duas naturezas – divina e humana – presentes n’Ele.
O Concílio de Éfeso, no ano 431, condenou as suas teses e, afirmando a subsistência da natureza divina e da natureza humana na única pessoa do Filho, proclamou Maria Mãe de Deus.
As dificuldades e as objeções apresentadas por Nestório oferecem-nos agora a ocasião para algumas reflexões úteis, a fim de compreendermos e interpretarmos de modo correto esse título.
A expressão Theotokos, que literalmente significa “aquela que gerou Deus”, à primeira vista pode resultar surpreendente; suscita, com efeito, a questão sobre como é possível que uma criatura humana gere Deus. A resposta da fé da Igreja é clara: a maternidade divina de Maria refere-se só a geração humana do Filho de Deus e não, ao contrário, à sua geração divina. O Filho de Deus foi desde sempre gerado por Deus Pai e é-Lhe consubstancial. Nesta geração eterna Maria não desempenha, evidentemente, nenhum papel. O Filho de Deus, porém, há dois mil anos, assumiu a nossa natureza humana e foi então concebido e dado à luz Maria.
Proclamando Maria “Mãe de Deus”, a Igreja quer, portanto, afirmar que Ela é a “Mãe do Verbo encarnado, que é Deus”. Por isso, a sua maternidade não se refere a toda a Trindade, mas unicamente à segunda Pessoa, ao Filho que, ao encarnar-se, assumiu dela a natureza humana.
A maternidade é relação entre pessoa e pessoa: uma mãe não é Mãe apenas do corpo ou da criatura física saída do seu seio, mas da pessoa que ela gera. Maria, portanto, tendo gerado segundo a natureza humana a pessoa de Jesus, que é a pessoa divina, é Mãe de Deus.
Ao proclamar Maria “Mãe de Deus”, a Igreja professa com uma única expressão a sua fé acerca do Filho e da Mãe. Esta união emerge já no Concílio de Éfeso; com a definição da maternidade divina de Maria, os Padres queriam evidenciar a sua fé a divindade de Cristo. Não obstante as objeções, antigas e recentes, acerca da oportunidade de atribuir este título a Maria, os cristãos de todos os tempos, interpretando corretamente o significado dessa maternidade, tornaram-no uma expressão privilegiada da sua fé na divindade de Cristo e do seu amor para com a Virgem.
Na Theotokos a Igreja, por um lado reconhece a garantia da realidade da Encarnação, porque – como afirma Santo Agostinho – “se a Mãe fosse fictícia seria fictícia também a carne... fictícia seriam as cicatrizes da ressurreição” (Tract. In Ev. loannis, 8,6-7). E, por outro, ela contempla com admiração e celebra com veneração a imensa grandeza conferida a Maria por Aquele que quis ser seu filho. A expressão “Mãe de Deus” remete ao Verbo de Deus que, na Encarnação, assumiu a humildade da condição humana, para elevar o homem à filiação divina. Mas esse título, à luz da dignidade sublime conferida à Virgem de Nazaré, proclama, também, a nobreza da mulher e sua altíssima vocação. Com efeito, Deus trata Maria como pessoa livre e responsável, e não realiza a Encarnação de seu Filho senão depois de ter obtido o seu consentimento.
Seguindo o exemplo dos antigos cristãos do Egito, os fiéis entregam-se Àquela que, sendo Mãe de Deus, pôde obter do divino Filho as graças da libertação dos perigos e da salvação eterna.

Extraído do livro A virgem Maria
João Paulo II

Namorar ou "Ficar"?


Quem "fica" escraviza-se em padrões que estipula para os outros

Quem ama de verdade quer compromisso. Para isso existe o namoro.
Tempo de conhecimento, identificação de idéais e troca de afetos para, depois, assumir, com a pessoa amada, um sacramento para toda vida.
Ultimamente, temos presenciado uma liberalidade e relativização de muitos conceitos de moral e ética que deturparam a mentalidade, principalmente, dos jovens na área afetiva e sexual. Os namoros são desregrados e sem o sentido do amor verdadeiro. Tudo é válido pela busca do próprio prazer.
Surgiu então o "Ficar"! Comportamento de quem namora sem assumir a essência de um relacionamento: o compromisso.
Por que, então, não se deixar levar por essa onda?
Primeiramente, essa prática é contrária aos princípios cristãos e ao sentido pleno da existência humana. Fomos criados para amar e não para viver o egoísmo.
As pessoas aprendem a qualificar as outras por padrões pré-fixados, seja pela mídia, modismos ou por status; beleza física, condição social, influência que a pessoa possui, etc. Isso os faz parar nas primeiras impressões a respeito dos outros. Não existe a amizade, só o interesse de um tempo que o faz olhar somente para o exterior dos outros, como se fossem um produto. Deixa de existir a oportunidade de um casal aprender a se amar pelas diferenças, pelos erros e pela capacidade de perdão. Também não há espaço para mostrar machucaduras e defeitos, pois o que conta é o que o outro aparenta de melhor.
Outro ponto é quando os padrões saem da concepção própria e são influenciados pela opinião dos amigos. Um exemplo, é deixar de estar com alguém que se está aprendendo a amar pela não aceitação do seu circulo de amizades. Ou então, querer "ficar" com alguém popular e o maior número de parceiros (as) para causar boa impressão no grupo. Isso também não é positivo.
Há também a dimensão do orgulho e da vaidade. Os dons e qualidades de um ser humano são colocados à disposição da sensualidade e da sedução.
Na Palavra de Deus, podemos também encontrar argumentos contrários à prática do "ficar";. O Livro da Sabedoria, no capítulo 1, versículo 16, começa a narrar o pensamento do ímpio e se estende até o capitulo 2, onde, no versículo 6, diz assim: "Agora, portanto, gozemos dos bens presentes e aproveitemos das criaturas com ânsia juvenil".
Quem tem o anseio de santidade e de um dia constituir uma família, não pode pensar e agir como os ímpios. "Ficar" é moldar-se a não assumir compromissos.
Se você pretende viver a sua dimensão afetiva da melhor forma possível, ou melhor, se você quer colocar intensidade na natureza do seu coração, não tenha iniciativas de olhar o outro como um mar que deságua rios de egoísmo, e sim, viver tudo o que o amor tem a oferecer.
Amar é simples no ser, mas requintado no servir, porque é para alguém que faz parte da sua existência. Namore, conheça, encare a outra pessoa como um mistério a ser desvendado, aprofunde a amizade, seja parte da vida dela, em pouco tempo você estará participando da sua confiança. Tenha sentimentos puros, acredite na pessoa, ajude-a a se descobrir nas mais belas aventuras dentro dela mesma, viaje por caminhos do seu interior, no qual sempre estiveram abertas as estradas, mas das quais nunca foram contempladas as belezas. Direcione sua afetividade, a capacidade de amar que há em você, para onde vale realmente a pena investir.
Seja curado por seu relacionamento e não destruído por ele! Não aceite ser vítima de si mesmo, por não corresponder a toda força do amor que existe em você. Não seja um refém da imposição que este mundo nos submete, ensinando o que é errado como se fosse uma virtude.
Um grande abraço!

Sandro Ap. Arquejada Missionário Canção Nova/SP..

Mensagem de Ano Novo aos jovens


Que sejam superadas as injustiças e as incompreensões
Estou enviando a todos vocês, jovens, um pequeno texto da mensagem do Papa para o dia 1 de janeiro 2009, dia mundial da paz. Uno-me a cada um e a cada uma de vocês neste caminho de um ano novo de paz e de justiça.
“A Igreja, que é “sinal e instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o gênero humano”, continuará a dar a sua contribuição para que sejam superadas as injustiças e as incompreensões e se chegue a construir um mundo mais pacífico e solidário.
A luta contra a pobreza precisa de homens e mulheres que vivam profundamente a fraternidade e sejam capazes de acompanhar pessoas, famílias e comunidades por percursos de autêntico progresso humano, abandonar a mentalidade que considera os pobres – pessoas e povos – como um fardo e como importunos maçadores, que pretendem consumir tudo o que os outros produziram.
“Os pobres pedem o direito de participar no usufruto dos bens materiais e de fazer render a sua capacidade de trabalho, criando assim um mundo mais justo e mais próspero para todos”. (João Paulo II). Só a insensatez pode induzir a construir um palácio dourado, tendo, porém, ao seu redor o deserto e o degrado. Por si só, a globalização não consegue construir a paz; antes, em muitos casos, cria divisões e conflitos. A mesma põe a descoberto, sobretudo, uma urgência: a de ser orientada para um objetivo de profunda solidariedade que aponte para o bem de cada um e de todos.
“Dai-lhes vós mesmos de comer” (Lc 9, 13) Fiel a este convite do seu Senhor, a Comunidade Cristã não deixará, pois, de assegurar o seu apoio à família humana inteira nos seus impulsos de solidariedade criativa, mas, sobretudo, a alterar “os estilos de vida, os modelos de produção e de consumo, as estruturas consolidadas de poder que hoje regem as sociedades” A cada discípulo de Cristo, bem como a toda a pessoa de boa vontade, dirijo, no início de um novo ano, um caloroso convite a alargar o coração às necessidades dos pobres e a fazer tudo o que lhes for concretamente possível para ir sem seu socorro.
De fato, aparece como indiscutivelmente verdadeiro o axioma “combater a pobreza é construir a paz”. FELIZ 2009, combatendo a pobreza e construindo a paz.

Dom Anuar Battisti

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Programação de Janeiro

Segue a programação de Janeiro:

01/01 - Santa Missa - 10 e 18h - "maria, mãe de Deus" (Dia de Preceito);
02/01 - Missa ás 19h - 1ª sexta feira do Mês. (SCJ);
08/01 -Hora santa as 20h;
11/01 - Retorno do MEJ ás 9h;
18/01 - Momento de lazer - Atividade Externa (Local a confirmar)
20/01 - Dia de S. Sebastião
01/02 - Passeio - "Sítio do Mazombra" (Sítio da Orlanda) - Remarcado

Quaisquer duvidas entre em contato com a coordenação.

Feliz 2009

Mas um ano passa em nossas vidas, e eu espero nesse novo ano que se inicia que:

Você tenha sempre a paz em seu coração, pois felizes os que promovem a paz;
Que você aproveite a vida ao máximo, mas que nunca se esqueça de agradecer a Deus por ela;
Que somente a bondade habite em seu coração, pois a maldade não nos levará a lugar algum;
Que você não some e nem diminua seus amigos, mas que você sempre os multiplique-os e os divida com outras pessoas;
Que você consiga dinheiro para viver bem, mas que esse dinheiro nunca seja maior do que a sua humildade;
Desejo que você seja sempre alegre, mas que, para a sua alegria acontecer você não desrespeite a ninguém e nem a si mesmo;
Que você saiba reconhecer a Deus nas pequenas coisas, pois ele criou o munido e as melhores coisas que existe nele, uma dessas coisas, é você;
Que você tenha muita saúde e muita paz;
E por fim,
Que você sempre possa dizer aos seus amigos, o quanto você gosta deles e como eles são importantes para ti.

FELIZ 2009

O amor é maior que o mal


:: Ouça comentário do autor
"O amor é maior que o mal..."
O sofrer é o espaço do crescer; o que hoje te frustra, pode te fazer crescer...
“Que as lágrimas da dor não te roubem a esperança do amor
Que o receio da partida não apague a intensidade do encontro
Que a decepção não te impeça de se dar a conhecer
Que a força da amizade seja a vida que ilumina o coração.
O amor é maior que o mal.
A presença é mais que a saudade
E a dor não é capaz de te destruir...
O sofrer é o espaço do crescer
O que hoje te frustra, pode te fazer vencer
Quando não se desiste de acreditar no bem.
Que o peso que há na culpa não te ausente do seu imenso valor
Que a beleza que há na arte te ensine a acreditar na vida
Que a força do perdão deixe órfão toda mágoa e divisão
Que a bondade que há no ser nos revele o amor do Criador.
"O amor é maior que o mal..."
Esse é um poema que, certa vez, escrevi meditando sobre a força da dor e do amor. Percebi que ambas têm o seu nível de determinação sobre as pessoas e o poder sobre o que somos.
No entanto, descobri que a dor um dia tem um fim. Ela – como as guerras e desastres que já ocorreram na história –, em um determinado momento, cessará. Por mais que o sofrer gere desastrosas conseqüências, ele não tem uma ação eterna e ilimitada. A dor um dia encontra sua finitude.
Além do que, a dor, se bem aproveitada, pode se tornar uma ponte para o amor e para o bem. Ou seja, pode tornar-se uma força que supera o próprio mal e dá à luz o bem.
O amor, no autêntico sentido do termo, constitui-se como uma força que nunca passa. Ele tem o poder de marcar os corações e a história, perenemente, de forma infinita. O amor é capaz de tornar o homem eterno; ele liberta o ser de apegos e valores mesquinhos, direcionando o olhar para princípios maiores, que superam toda e qualquer finitude e limitação.
O amor tem a força de ser uma linguagem entendida por todos, em todas as épocas e gerações. Ele se perpetua silenciosamente e confere ao homem a capacidade de "abrir mão" de si próprio para acompanhar e fazer feliz outros corações...
O amor é mais forte do que a morte, pois nunca acaba nem passa. Com ele sempre conseguiremos encontrar, mesmo em meio às ruínas, sentido e esperança para recomeçarmos e continuarmos acreditando no bem.

Como conversar com quem você ama


Para nos relacionar bem com quem amamos, para se ter uma boa conversa ou um dialogo bem sucedido estejamos atentos há algumas regras:

1. Esteja atento aos pensamentos e sentimentos.

“Sabeis isto, meus amados irmãos; todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar”. (Tiago 1:19.) Se quisermos produzir relacionamentos carinhosos, precisamos tornar-nos bons ouvintes antes mesmo de pensar em como falar. A comunicação afetuosa envolve compreensão entre duas mentes e dois corações. Precisamos saber o que a outra pessoa está pensando ou sentindo, a fim de responder de um jeito que promova o bom relacionamento.
Ouvir é uma arte que não herdamos naturalmente; ela precisa ser cultivada. Primeiramente, não interrompa a outra pessoa até que ela acabe de falar. Quando estamos ouvindo, somos tentados a pensar em respostas e contestações. Por isso achamos que podemos interromper para defender nosso ponto de vista. Essa atitude transmite a mensagem: “Preocupo-me mais com o que estou pensando do que com o que você está dizendo”.
Em segundo lugar, preste toda a atenção ao que o ser amado está dizendo.
Naturalmente, isso não significa que devemos concordar com tudo o que ouvimos. Afinal, temos nossos próprios gostos . Mas podemos aceitar os julgamentos e sentimentos de outrem como representativos de seus pensamentos e emoções.”

Por fim, procure aperceber-se do significado da mensagem que esta recebendo .Saber ouvir é a receita certa para um bom relacionamento. Ouvir é respeitar as idéias a opinião do outro.

2. Seja tardio em falar.

Pense cuidadosamente sobre o assunto. Fale de modo que a pessoa possa entender o que você diz.
Ouvir atentamente ajudará na formulação da melhor resposta. Contribuirá para prevenir a tendência de dizer o que vem à mente sem reflexão sobre o assunto.
Uma maneira segura de conseguir o apoio do ouvinte é assumir a responsabilidade pelos sentimentos expressos.

Quando ouvimos bem o outro e damos espaço para que ele seja transparente ,criamos em nós também o discernimento necessário para quando falar,o que falar ,e não querer ter sempre a razão das situações.

3. Não transforme pontos secundários em pontos importantes.

Ninguém é perfeito. A pessoa amada provavelmente tem hábitos que você acha desagradáveis. Algumas pessoas tendem a dimensioná-los para caracterizar todo o relacionamento, usando descuidadamente palavras como sempre e nunca. “Você está sempre atrasado”. “Você nunca me elogia”. Essas são expressões extremadas e que não expressam a verdade.

Relacionamentos importantes precisam ser baseados em comunicação honesta. Portanto, não devemos exagerar as faltas dos outros, mas sempre dizer a verdade. Notem, porém: A verdade deve ser dita com amor, com caridade. “O amor….não se irrita, não suspeita mal”. (I Coríntios 13:5.) Ser totalmente honesto e ainda completamente bondoso é o segredo da verdadeira comunicação com aquele que se ama.

4. Não frustre o ser amado com o tratamento do silêncio.

Uma pessoa pode optar pelo silêncio por diferentes razões. Alguém pode querer punir a outrem, esperando que o problema desapareça se for ignorado. Pode achar que o silêncio vale ouro, porque com o tempo o problema se resolve por si mesmo, ou sentir que ficar calado fará alguma diferença.

Nenhuma das razões acima funciona — simplesmente erguem muros e barram a comunicação, o dialogo. Nem sempre o silencio é o melhor amigo. Sim ao dialogo,transparecer com fatos verdadeiros o que se sente é muito importante. Não se pode guardar para falar no outro dia o que não esta totalmente resolvido.

5. Aprenda a discordar sem brigar.

Duas pessoas nem sempre concordam em tudo. Mas quando você discorda da pessoa a quem ama, é possível fazê-lo de maneira calma e respeitosa, concentrando-se sobre o problema e evitando ataques. Dando oportunidades ao outro.
O amor não é um sentimento tépido e indistinto. O amor é a decisão de se preocupar com a outra pessoa e promover seu bem-estar. É querer fazer o outro feliz.
Por isso nem sempre podemos querer ser os donos da razão, discordar não é ser indiferente ao que o outro pensa.

6. Não responda quando estiver zangado.

“A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira”. (Provérbios 15:1.) “Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira”. (Efésios 4:26.) :
1. Admita-o (isto é algo freqüentemente difícil de fazer). Precisamos assumir a responsabilidade por nossas emoções.

2. Analise-o objetivamente. Pergunte- se por que está tão contrariado. Por que essa explosão emocional? Ela faz sentido?
3. Aja de maneira inteligente e saudável, controlando suas emoções.
4. Abandone-a depois de reconhecer que a ira não compensa seu custo em estresse e relações prejudicadas. Não podemos mudar o que já aconteceu, mas podemos escolher como reagir a isso.

7. Confesse e peça perdão.

Quando duas pessoas estão intimamente ligadas, inevitavelmente já se ofenderam muitas vezes. Quando você sabe que está errado, admita-o e peça perdão. Mesmo que julgue não ser o culpado, expresse tristeza por seu relacionamento ter sido prejudicado e ofereça- se para fazer o que for para reparar o dano.

“Confessai vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis”. (Tiago 5:16.) É isso que as pessoas que se querem bem precisam fazer para manter forte e terno o relacionamento.
E quando alguém que você ama faz lhe confissão e pede perdão, perdoe-o de coração. Não espere até se sentir disposto. Toda vez que perdoar alguém, esqueça a ofensa e não volte à carga. Recapitular ofensas passadas impede que o relacionamento cresça.

8. Não censure.

Se você já fez críticas alguma vez, provavelmente descobriu que a outra pessoa se torna mais defensiva em relação a elas. As pessoas não mudam porque alguém quer que elas mudem. Elas o fazem quando possuem motivação interior. Não podemos mudar as pessoas para elas se tornarem como queremos que sejam, isto seria manipulação”.

4 “Na relação de casados, em vez de esperar que nossas necessidades sejam satisfeitas, precisamos procurar satisfazer as necessidades do cônjuge”.5
Se houver necessidade de mudança, uma das opções é sentar-se com a outra pessoa e de modo afetuoso, caridoso pedir ajuda e sugestões sobre como conseguir a mudança de atitude. Se for uma situação familiar, o tempo da reunião em família é o momento ideal para esse tipo de discussão.
9. Procure o lado positivo.

Talvez certos comportamentos da pessoa amada ou seus traços de caráter o irritem. A tendência natural é criticá la. É fácil culpar o outro por situações insatisfatórias. Mas isso simplesmente não funciona. Tendemos a pensar que se apontarmos as faltas do outro, ele ficará agradecido pela ajuda e procurará se reformar. Com efeito, a pessoa sempre buscará se defender. Uma relação nunca é favorecida pela imputação de culpa ao companheiro.
Ao contrário, as pessoas crescem quando são elogiadas por aquilo que estão fazendo direito. Descubra os pontos de caráter mais fortes no seu companheiro (a) e enfatize-os.

Os relacionamentos crescem quando dizemos a nossos namorados, noivos ,cônjuges, filhos ou a quem quer que seja, que os amamos e que eles são valiosos para nós. Quando eles reconhecem que são importantes, portam-se de maneira importante.

10. Reconheça que a pessoa amada tem o direito de ser diferente de você.

Deus aprecia a diversidade. Nós a vemos em toda a criação. Não há duas pessoas ou flocos de neve que sejam iguais. Não é preciso que os outros sejam como nós, embora sejamos um (como marido e mulher ou como família), contudo, cada um de nós é único e distinto. Se apreciarmos essas diferenças, poderemos ampliar nossa experiência e aprender como crescer. Onde a diversidade é respeitada e a singularidade afirmada, o amor floresce.
Recapitule essas dez dicas e assinale uma ou mais nas quais você gostaria de melhorar.

Com o auxílio de Deus, faça um esforço decidido para desenvolver maneiras novas e mais perfeitas de se comunicar com as pessoas que lhe são importantes.

Durante o namoro, quais são os limites?


Amor, prazer ou necessidade de ternura?

A atração que uma pessoa pode sentir por outra é uma experiência por vezes maravilhosa e embriagante. Descobrimos ao mesmo tempo a ternura, a emoção do coração e do corpo quando vemos o outro, no contato com o outro.

Este prazer experimentado pela proximidade de alguém, dá o desejo de o viver ainda mais intensamente, de ir mais longe na relação.

Ora, dar-se as mãos, beijar-se, tocar-se já é bastante. Todos estes gestos de ternura, de amor nos comprometem um com o outro. Nenhum é inofensivo, quaisquer que sejam os sentimentos que se vivam.

Eis porque é importante dar tempo para se perguntar se os gestos que fazemos têm o mesmo significado para cada um de nós dois. É por amor, por simples prazer, por necessidade de ternura? Estas atitudes não nos comprometem mais do que aquilo que pensamos? Se vivemos todos os gestos do amor e nos damos um ao outro, será que ainda podemos discernir verdadeiramente com clareza quais são os nossos sentimentos?

Para viver da melhor forma esta relação de ternura diferente da que é vivida no casamento, pois o dom total do corpo se fará num compromisso definitivo, estejamos atentos às reações e à sensibilidade do outro. É o momento de aprender o domínio de si mesmo.

Podemos ser tentados, sobretudo se já nos conhecemos há muito tempo, a ter gestos mais íntimos: perguntemo-nos se o que nos guia é exprimir a nossa ternura, ou o desejo pelo outro.

Se estamos verdadeiramente atraídos um pelo outro, não será o momento de nos colocarmos a questão do casamento? Quantos casamentos que acabaram mal, não teriam sequer acontecido se o homem e a mulher tivessem tido tempo para se conhecerem um ao outro em toda a liberdade.

Numa sociedade em que os slongans publicitários repetem sem cessar as palavras “instantâneo, imediatamente”, e em que queremos ter “tudo e já”, vejam bem que
é preciso tempo para edificar a relação interpessoal de marido e mulher e que
o teste do amor é o compromisso duradouro.

João Paulo II aos jovens das Ilhas Maurícias,

o que é CASTIDADE?


Por: Diana García e Rosario Alfaro Martínez

Talvez algumas das perguntas mais frequentes entre os jovens sejam: Por que temos de esperar? O que é a castidade? Atualmente, poderíamos pensar que ninguém mais a vive e muito menos a promove.

A CASTIDADE consiste no domínio de si, na capacidade de orientar o instinto sexual ao serviço do amor e de integrá-lo ao desenvolvimento da pessoa.

A Igreja nos diz em “Orientações educativas sobre o amor humano”:

“A castidade é exatamente essa virtude do controle, governo, domínio, essa ginástica do coração que mantém em forma a dimensão sexual da pessoa e sua possibilidade de um amor maior”.

É a melhor forma de compreender e, sobretudo, de valorizar o amor. Não é uma negação da sexualidade, mas a melhor das preparações para a vida conjugal.

A Castidade é a virtude que nos ajuda a nos conhecer, a poder amar de verdade aos demais e nos sentir amados por eles. Viver a castidade não significa:

• Não sentir atração pelo sexo oposto

• Não ter sentimentos de atração por seu namorado ou por sua namorada

• Não ter maus pensamentos, mas freá-los no momento em que nos conscientizamos deles.

• Não ter impulsos sexuais

Tudo isto pode existir em nós, mas o importante é que aprendamos a nos controlar e tomemos as rédeas de nosso próprio corpo. Temos de dizer, no entanto, que não é a virtude mais importante da vida cristã, a virtude mais importante é o AMOR ou a CARIDADE, mas a castidade é, por assim dizer, filha desta virtude, está subordinada a ela, não se trata de agüentar-se e, sim, de se reservar para se entregar, nisso consiste a castidade.

sábado, 27 de dezembro de 2008

Uma Nova Chance


Formações


Uma nova chance

Não deixe morrer a esperança que está dentro de você





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É final de mais um ano! As luzes, as cores e um misto de despedidas e expectativas fazem esta época ser diferente de todas.

Trocamos presentes, nos confraternizamos, fazemos planos, balanços, viajamos; mas não é só isso. O encanto deste tempo também desperta nossos sonhos e nos enche de esperança. É um momento favorável para contemplarmos o que vivemos, celebrarmos as vitórias e alimentarmos a expectativa feliz à espera das coisas boas que podemos realizar no ano que vem.


Revendo nossa agenda, companheira de todos os dias, percebemos que tudo o que vivemos foi construtivo, mesmo os momentos difíceis. Quanto aos acertos, buscamos formas de torná-los mais freqüentes; nos erros, descobrimos as lições que eles sempre nos trazem. Sendo assim, analisar os acontecimentos é um passo importante que não pode parar em si mesmo, deve nos encorajar a lutar por aquilo que acreditamos, alimentar nossos sonhos e favorecer a realização. Sem planos e perspectivas, corremos o sério risco de pararmos no que já se foi e vivermos saudosos das vitórias, ou amargurados pelas derrotas. Coragem!


Esta é a proposta que lhe faço hoje. Não deixe morrer seus sonhos, não pare de lutar. O que não deu certo este ano, pode dar no ano que começa. Não deixe morrer a esperança que está dentro de você, talvez sufocada por algum fracasso. Acredite, você está viva! O novo ano é sempre restaurador; é Deus nos dando uma nova chance para recomeçarmos. Existe uma esperança no ar e eu a anuncio: “O Verbo Divino se fez carne e está entre nós...”. Já não estamos sozinhos, temos Deus conosco. O clima de mudanças é favorável, façamos bom proveito dele!


Muitas vezes, o que precisa mudar não são as pessoas nem mesmo as situações que consideramos difíceis, mas nossa maneira de lidarmos com elas. Esses dias, recebi de uma amiga seu depoimento que reforça o que digo. Ela escreveu assim:


“...Confesso que tenho lutado com mais afinco para viver bem o momento presente, aprendi este segredo e partilho com você. Hoje, não paro nas preocupações e me poupo do sofrimento de pensar no futuro, pois ele não depende de mim.

Já sofri demais, chorei demais, mas agora eu sei, preciso estar somente com Jesus. É difícil explicar com palavras, mas espero que me entenda... Sinto como se fosse um bálsamo sustentando e evolvendo meu coração, ajudando-me a ser melhor e fazendo-me permanecer firme. Este bálsamo é a presença de Deus que não me deixa desanimar.

Poderia estar queixando-me de tantas coisas, mas para que, se tem tanta gente sofrendo mais do que eu? Sofrendo a dor de não ter esperança, pois não conhece Deus. Sofrendo por ser escravo do pecado ou, simplesmente, porque se acostumou a sofrer.

Deus tem sempre o melhor para cada um de nós. Foi o que Ele me disse durante esta semana num momento de oração. Eu quero acreditar nisso e na essência do meu nada encontrar meu tudo. Eu quero recomeçar!”


Eu também quero recomeçar. E você? Acredito que já temos uma excelente dica para iniciarmos o ano de um jeito novo e planejar viver assim a cada dia,. Talvez, esse seja o caminho para a felicidade tão desejada.


Tirarmos os olhos do negativo e contemplarmos a beleza que está ao nosso alcance, agradecermos pelo que temos recebido e reconhecer que somos amados e cuidados por Deus, sairmos de nós mesmos e tentarmos amenizar a dor de quem sofre mais que nós, partilhar o que temos e somos fazendo valer nossa fé que se traduz em obras. Certamente, são metas que colaboram para que, de fato, tenhamos Boas Festas e Feliz Ano Novo! Ou ainda, boa vida e feliz Mundo Novo a partir do princípio de que o mundo muda quando nós mudamos.

Temos uma nova chance. “Passou o que era velho, eis que tudo se faz novo!” (II Coríntios 5,17). Em 2009, continuamos juntos!



Dijanira Silva

A Pureza do Olhar


Formações


A pureza do olhar

É olhar com carinho para o outro




Ter olhos puros é ter uma conexão direta com nosso coração. Quando Deus transforma o nosso jeito de pensar, modifica também o nosso jeito de olhar as coisas e as pessoas. Vemos as coisas com os olhos da pureza, sem preconceito. Olhar as pessoas com pureza significa permitir que elas sejam vistas por nós como se estivessem sendo vistas por Jesus.


É muito bonito descobrirmos que, na oportunidade de encontrar o outro, também encontramos um pouquinho daquilo que somos. Há duas formas da fazermos isso: nos alegrando quando vemos, refletido no outro, um pouco daquilo que temos de bom. Mas também podemos nos entristecer, quando vemos o que o outro tem de ruim e descobrimos que somos ruins também daquele jeito.

Por isso é natural que, muitas vezes, aquilo que eu escuto de ruim do outro eu acabo não gostando, porque, na verdade, ele me mostra o que eu sou.


Ter a pureza no olhar significa você se despir de tudo e começar a olhar com carinho e liberdade para aquilo que o outro é, permitindo que esse seja o encontro frutuoso, tanto para nos mostrar o que temos de bom e para nos indicar no que precisamos ser melhor.


Neste dia de Santa Luzia, desejo que todos nós tenhamos os olhos puros.





Padre Fábio de Melo

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